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IRS > Rendimentos/Deduções/Taxas > Despesas Dedutíveis à coleta

 
 

·         É dedutível à coleta do IRS 20% dos valores aplicados no respetivo ano por cada sujeito passivo (não casado, ou por cada um dos cônjuges não separados judicialmente de pessoas e bens) em planos de poupança reforma, tendo como limite máximo:

*          €400,00 Por sujeito passivo com idade inferior a 35 anos;

*          €350,00 Por sujeito passivo com idade compreendida entre os 35 e os 50 anos;

*          € 300,00 Por sujeito passivo com idade superior a 50 anos.

·         Considera-se a idade do sujeito passivo à data de 1 de janeiro do ano em que efetua a aplicação;

·         O benefício é aplicável às entregas efetuadas pelas entidades empregadoras em nome e em favor dos seus trabalhadores;

·         Não é dedutível após a data da passagem à reforma;

·         O benefício fica sem efeito, devendo as importâncias deduzidas (majoradas em 10% por cada ano, ou fração, decorrido desde aquele em que foi exercido o direito à dedução) ser acrescidas à coleta do IRS do ano da verificação dos factos, se aos participantes for atribuído qualquer rendimento ou for concedido o reembolso dos certificados, salvo em caso de morte do subscritor ou quando tenham decorrido, pelo menos, cinco anos da respetiva entrega e ocorra qualquer uma das situações definidas na lei.

É dedutível à coleta do IRS 20% das importâncias aplicadas em contas individuais geridas em regime público de capitalização, por cada sujeito passivo, com o limite de € 350,00.

Os donativos em dinheiro atribuídos pelas pessoas singulares residentes em território nacional, ao Estado, a Igrejas e outras pessoas coletivas de fins não lucrativos são dedutíveis à coleta do ano a que dizem respeito.

 

Donativos ao Estado – 25% das importâncias atribuídas;

 

Donativos a outras entidades – 25% das importâncias atribuídas, até ao limite de 15% da coleta.

 

As deduções à coleta do IRS, com exceção da relativa à dupla tributação internacional, só podem ser realizadas:

 

a) mediante a identificação dos dependentes, ascendentes, colaterais ou beneficiários a que se reportam, na declaração de rendimentos Modelo 3 do IRS;

 

b) nos casos em que envolvam despesa, mediante a identificação do sujeito passivo ou do membro do agregado a que se reportam:

 

  • em fatura, fatura-recibo ou documento legalmente equiparado nos termos do Código do IVA, quando a sua emissão seja obrigatória; ou

 

  • em outro documento, quando o fornecedor dos bens ou prestador dos serviços esteja dispensado daquela obrigação.

As despesas a considerar para efeitos da dedução à coleta do IRS devem, por regra, estar tituladas por faturas, faturas-recibo ou faturas simplificadas.

 

Contudo, relativamente às transmissões de bens ou prestações de serviços isentas ao abrigo do art. 9.º do Código do IVA, efetuadas por pessoas coletivas de direito público, organismos sem finalidade lucrativa e instituições particulares de solidariedade social, as despesas efetuadas podem ser documentadas com outros documentos, desde que os mesmos identifiquem os intervenientes na operação, a sua natureza e valor, bem como incluam uma referência à isenção do IVA.

 

Tratando-se de prestações de serviços e transmissões de bens efetuadas por creches, no exercício habitual da sua atividade e que pertencem a instituições particulares de solidariedade social (IPSS), isentas ao abrigo do disposto no art. 9.º do Código do IVA, o documento a emitir, para efeitos da sua consideração como dedução à coleta do IRS, pode consistir num recibo/documento de quitação.

 

As despesas respeitantes a encargos com arrendamento de imóveis, que geram rendimentos para os senhorios, enquadrados em sede de IRS na categoria F, devem ser comprovadas, para efeitos da consideração da dedução à coleta do IRS, através de recibo de quitação previsto na lei civil.

 

Para efeitos fiscais, são considerados donativos as entregas em dinheiro ou em espécie, concedidos sem contrapartidas que configurem obrigações de caráter pecuniário ou comercial às entidades públicas ou privadas, identificadas no capítulo X do Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF), cuja atividade consista predominantemente na realização de iniciativas nas áreas sociais, cultural, ambiental, desportiva ou educacional.

 

Os donativos em dinheiro atribuídos pelas pessoas singulares residentes em território nacional, às entidades identificadas no capítulo X do EBF, são dedutíveis à coleta do IRS do ano a que digam respeito, com as seguintes especificidades:

 

a) em valor correspondente a 25% das importâncias atribuídas, nos casos em que não estejam sujeitos a qualquer limitação;

 

b) em valor correspondente a 25% das importâncias atribuídas, até ao limite de 15% da coleta, nos restantes casos;

 

c) as deduções só são efetuadas no caso de não terem sido contabilizadas como custo no âmbito da categoria B do IRS.

 

São ainda dedutíveis à coleta do IRS do ano a que digam respeito os donativos em dinheiro atribuídos pelas pessoas singulares residentes em território nacional a igrejas, instituições religiosas, pessoas coletivas de fins não lucrativos pertencentes a confissões religiosas ou por elas instituídas, sendo a sua importância considerada em 130% do seu quantitativo, com as seguintes particularidades: a) em valor correspondente a 25% das importâncias atribuídas, até ao limite de 15% da coleta e b) as deduções só são efetuadas no caso de não terem sido contabilizadas como custo.

As entidades beneficiárias dos donativos estão obrigadas a emitir documento comprovativo dos montantes dos donativos recebidos, com indicação do seu enquadramento no âmbito do capítulo X do Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF) e a menção de que o donativo é concedido sem contrapartidas.

 

Este documento deve conter a qualidade jurídica da entidade beneficiária, o normativo legal onde se enquadra, bem como, se for caso disso, a identificação do despacho necessário ao reconhecimento e o montante do donativo em dinheiro.

 

O documento de suporte a emitir para efeitos da consideração do donativo como dedução à coleta do IRS, pode consistir num recibo/documento de quitação, o qual deve conter as menções e elementos atrás referidos.

A obrigação de prestar alimentos atribuída no âmbito de processo de atribuição das responsabilidades parentais que se mantenha após a maioridade dos filhos (quando não seja atribuída no âmbito da guarda conjunta), e enquanto se completa a sua formação profissional, determina em sede de IRS a suscetibilidade de dedução à coleta das importâncias comprovadamente suportadas e não reembolsadas respeitantes a encargos com pensões de alimentos a que o sujeito passivo esteja obrigado, nas condições previstas no n.º 1 do art. 83.º-A do Código do IRS sendo que, o n.º 2 do citado artigo determina que no caso dos filhos maiores devem verificar-se os requisitos estabelecidos no al. b) do n.º 4 do art. 13.º do Código do IRS, ou seja, não tenha mais de 25 anos, não aufira anualmente rendimentos superiores ao valor da retribuição mínima mensal garantida e tenha frequentado no ano a que o imposto respeita o 11.º ou 12.º ano de escolaridade, estabelecimento de ensino médio ou superior.

 

Considerando que os filhos maiores de idade beneficiários da pensão de alimentos cumprem os requisitos supra referidos a obrigação de pagamento deve ser comprovada pela sentença judicial já proferida ou o acordo judicialmente homologado nos termos da lei civil. Estando fora daquelas condições, é necessário que a obrigação de pagamento da pensão de alimentos decorra de outra sentença ou acordo judicialmente homologado nos termos da lei civil, fora do processo de regulação das responsabilidades parentais.

 

Na situação de divórcio com guarda conjunta dos filhos, as faturas que sejam emitidas com o NIF dos filhos serão repartidas igualmente entre ambos os progenitores. No entanto, como já acontecia anteriormente, o progenitor que pague pensões de alimentos terá que optar entre deduzir as pensões de alimentos pagas ao outro progenitor ou 50% das despesas constantes das faturas que sejam emitidas com o NIF dos filhos.

Caso o senhorio se encontre obrigado ou tenha optado pela emissão do recibo de renda eletrónico, o inquilino poderá proceder à consulta do valor dos recibos emitidos em seu nome através do sistema e-fatura no Portal das Finanças. Estes recibos podem também ser consultados através do sistema e-arrendamento no mesmo Portal.

Quando o senhorio não se encontre obrigado pelo dever de emissão do recibo de renda eletrónico, deve o mesmo comunicar à AT, até 31 de janeiro do ano seguinte, as rendas recebidas, podendo o inquilino, posteriormente, proceder à respetiva consulta no Portal das Finanças.

Podem ser deduzidos à coleta do IRS os valores suportados por qualquer membro do agregado familiar a título de despesas de saúde que respeitem a prestações de serviços e aquisições de bens isentas de IVA ou tributadas à taxa reduzida, bem como despesas de saúde tributadas à taxa normal desde que justificadas por receita médica, que constem de faturas comunicadas à Autoridade Tributária e Aduaneira e cujos emitentes estejam enquadrados, de acordo com a Classificação Portuguesa das Atividades Económicas (CAE), nos seguintes setores de atividade:

i)         Seção Q, classe 86 – Atividade de saúde humana;

ii)        Seção G, classe 47730 – Comércio a retalho de produtos farmacêuticos, em estabelecimentos especializados;

iii)       Seção G, classe 47740 – Comércio a retalho de produtos médicos e ortopédicos, em estabelecimentos especializados; e

iv)       Seção G, classe 47782 – Comércio a retalho de material óptico em estabelecimentos especializados.

Estão também abrangidas nos setores de atividade antes referidos as atividades equivalentes previstas na tabela a que se refere o artigo 151.º do Código do IRS, que constam de faturas, faturas-recibo ou recibos emitidos por profissionais liberais, a saber:

i)          1010: Psicologia;

ii)         5010: Enfermeiros;

iii)        5012: Fisioterapeutas;

iv)        5015: Terapeutas da fala;

v)         5019: Outros técnicos paramédicos;

vi)        7010 a 7024: Médicos e dentistas

Podem ainda ser deduzidos a título de despesas de saúde os prémios de seguros de saúde ou contribuições pagas a associações mutualistas ou a instituições sem fins lucrativos que tenham por objeto a prestação de cuidados de saúde que, em qualquer dos casos, cubram exclusivamente os riscos de saúde relativamente ao sujeito passivo ou aos seus dependentes.

 

Tendo a fatura sido comunicada à AT pelo agente económico com o CAE integrado num dos setores de atividade de saúde considerados para efeitos de dedução à colecta do IRS, a parte do valor da fatura referente a bens sujeitos à taxa reduzida do IVA é automaticamente considerada nas despesas de saúde do consumidor.

Quanto à parte relativa a bens sujeitos à taxa normal do IVA, as mesmas serão consideradas como despesas de saúde se o contribuinte indicar que estão justificadas por receita médica, devendo, para este efeito, selecionar a fatura, no Portal das Finanças, escolher a opção “associar receita” e indicar o valor dos bens à taxa normal de IVA que está justificado por receita médica. 

Esta dedução abrange encargos com pensões de alimentos a que o contribuinte esteja obrigado por sentença judicial ou por acordo homologado nos termos da lei civil, salvo nos casos em que o seu beneficiário faça parte do mesmo agregado familiar para efeitos fiscais ou relativamente ao qual estejam previstas outras deduções à coleta.

Nestes casos o consumidor deverá contactar a AT através do sistema e-balcão (https://www.portaldasfinancas.gov.pt/pf/html/eBalcao.html) ou do Centro de Atendimento Telefónico (707 206 707) reportando esse facto. A AT contactará o agente económico para que este actualize os seus dados de atividade e, dessa forma, fique assegurado que a despesa constante da fatura será considerada para efeitos da correspondente dedução à coleta em IRS.

Para dúvidas adicionais sobre o sistema e-fatura, poderá consultar as FAQs disponibilizadas no Portal das Finanças através do link:

http://info.portaldasfinancas.gov.pt/pt/apoio_contribuinte/questoes_frequentes/

 

 

As despesas com lares abrangem encargos com apoio domiciliário, lares e instituições de apoio à terceira idade relativos ao sujeito passivo, bem como encargos com lares e residências autónomas para pessoas com deficiência, seus dependentes, ascendentes e colaterais até ao 3.º grau que não possuam rendimentos superiores à retribuição mínima mensal garantida.

Estas importâncias devem constar de faturas que titulem prestações de serviços e aquisições de bens isentas ou tributadas à taxa reduzida de IVA e comunicadas à AT nos seguintes setores de atividade:

i)              Seção Q, classe 873 – Atividades de apoio social para pessoas idosas e com deficiência, com alojamento; e

ii)             Seção Q, classe 8810 – Atividades de apoio social para pessoas idosas e com deficiência, sem alojamento.

Esta dedução abrange os valores de IVA suportados pelo agregado familiar e relativos a prestações de serviços comunicadas à AT nos seguintes setores de atividade:

i)              Seção G, classe 4520 – Manutenção e reparação de veículos automóveis;

ii)             Seção G, classe 45402 – Manutenção e reparação de motociclos, de suas peças e acessórios;

iii)            Seção I – Alojamento, restauração e similares;

iv)            Seção S, classe 9602 – Atividades de salões de cabeleireiro e institutos de beleza;

v)             As atividades equivalentes que constem da tabela prevista no artigo 151.º do Código do IRS (código 1325 – esteticistas, manicuras e pedicuras).

Sim. Considerando que os explicadores constam da tabela prevista no artigo 151.º do Código do IRS, com o código 8010, pode deduzir essa despesa desde que a correspondente fatura, fatura-recibo ou recibo seja comunicada através do sistema e-fatura no Portal das Finanças.

Sim. Pode deduzir essa despesa desde que a ama esteja registada com a atividade de cuidados para crianças, sem alojamento (Seção G, Classe 88910 ou atividade equivalente da lista do artigo 151.º do Código do IRS, código 1312 - Amas) e a correspondente fatura, fatura-recibo ou recibo seja comunicada à AT através do Portal das Finanças.

Os estabelecimentos de ensino público, embora estejam dispensados de emitir fatura, estão obrigados a comunicar à AT os valores das propinas e demais encargos considerados dedutíveis, até ao fim do mês de janeiro do ano seguinte àquele em que ocorreu o respetivo pagamento. Assim, estas despesas serão consideradas como despesas de educação para efeitos da dedução à coleta do IRS

Neste caso incumbe ao consumidor indicar qual o setor de atividade a que respeita aquela despesa. Para as despesas de saúde com taxa normal de IVA é necessário que seja detentor de uma receita médica e confirme tal facto no sistema e-fatura, seleccionando a opção “associar receita” e de seguida indicar o valor correspondente. Neste caso, esta despesa será considerada para efeitos da dedução relativa a despesas de saúde. Caso não o faça, a despesa será considerada pela AT como despesa geral familiar.

Podem ser deduzidos à coleta do IRS os valores suportados por qualquer membro do agregado familiar que respeitem a prestações de serviços e aquisições de bens isentas de IVA ou tributadas à taxa reduzida, que constem de faturas comunicadas à Autoridade Tributária e Aduaneira e cujos emitentes estejam enquadrados, de acordo com a Classificação Portuguesa das Atividades Económicas (CAE), nos seguintes setores de atividade:

i)              Seção P, classe 85 – Educação;

ii)             Seção G, classe 47610 – Comércio a retalho de livros, em estabelecimentos especializados; e

iii)            Seção G, classe 88910 - Atividades de cuidados para crianças, sem alojamento.

Estão também abrangidas nos setores de atividade antes referidos as atividades equivalentes previstas na tabela a que se refere o artigo 151.º do Código do IRS, que constam de faturas, faturas-recibo ou recibos emitidos por profissionais liberais, a saber:

i)              1312 Amas;

ii)             8010 Explicadores;

iii)            8011 Formadores; e

iv)            8012 Professores.

Estas despesas de educação e formação devem corresponder a encargos com o pagamento de creches, jardins-de-infância, lactários, escolas, estabelecimentos de ensino e outros serviços de educação, bem como manuais e livros escolares, associados à frequência de estabelecimentos de ensino integrados no sistema nacional de educação ou reconhecidos como tendo fins análogos pelos ministérios competentes, ou por entidades reconhecidas pelos ministérios que tutelam a área da formação profissional e, relativamente a estas últimas, na parte em que não tenham sido consideradas como encargo da categoria B.

Neste caso o consumidor deverá aceder ao sistema e-fatura no Portal das Finanças e selecionar a fatura em causa, devendo escolher a opção “associar receita” e depois a opção “alterar” e proceder à correcção do valor que se encontra justificado por receita médica.

Estas despesas serão aceites como despesas de saúde desde que os produtos sejam adquiridos num dos setores de atividade respeitantes a estas despesas, sejam devidamente justificadas por receita médica e a respetiva fatura seja comunicada no Portal das Finanças.

O consumidor não terá de fazer nada nestes casos. O sistema informático procederá automaticamente à dedução do montante que tenha sido reembolsado ou comparticipado, procedendo ao apuramento e indicação do montante efetivamente suportado pelo beneficiário.

Como o emitente da fatura tem um CAE integrado num dos setores de atividade de saúde, a fatura ficará pendente a aguardar uma eventual associação de receita médica. Neste caso, o consumidor deve indicar que não tem receita médica e automaticamente essa despesa será considerada para efeitos da dedução relativa às despesas gerais familiares.

Caso no final do prazo para associação da receita (15 de fevereiro do ano seguinte àquele a que respeita a despesa) a fatura ainda continue pendente, a mesma será automaticamente considerada para efeitos da dedução relativa às despesas gerais familiares.

Estas despesas relativas a bens tributados à taxa normal de IVA, efetuadas em estabelecimentos farmacêuticos, são aceites para efeitos de dedução enquanto despesas de saúde em sede de IRS quando justificadas por receita médica.

No portal das finanças, deve selecionar a fatura que corresponde a essas despesas e escolher a opção “associar receita” e de seguida indicar o valor das despesas sujeitas à taxa normal de IVA que está justificado por receita médica. Este valor será considerado para efeitos da dedução relativa a despesas de saúde.

A parte das despesas que não está justificada por receita médica será considerada para efeitos da dedução relativa às despesas gerais familiares.

Estas despesas são dedutíveis em sede de IRS enquanto despesas de saúde desde que estejam justificadas por receita médica e sejam adquiridas num estabelecimento integrado num dos setores de atividade de saúde considerados para efeitos de dedução à colecta do IRS, nos termos do artigo 78.º-C do Código do IRS, e cujas faturas tenham sido comunicadas à AT.

Sim. As despesas com as refeições escolares podem ser deduzidas como despesas de educação, desde que constem de faturas que titulem prestações de serviços no respetivo setor de atividade e sejam emitidas por contribuintes identificados como fornecedores de refeições escolares nos ficheiros comunicados à AT pela Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares e pelo Instituto de Gestão Financeira e Educação no prazo legal.

O adquirente deverá indicar e classificar devidamente, na sua página e-fatura, as faturas que titulem prestações de serviços referentes a este tipo de refeições como despesas de formação e educação.

Para poder deduzir as despesas de refeições escolares, em sede de IRS, as mesmas terão que constar de faturas emitidas por um prestador de serviços de fornecimento de refeições escolares identificado como tal pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) e pelo Instituto de Gestão Financeira e Educação, I. P. (IGeFE, I. P.), conforme ficheiro enviado à AT até 15 de dezembro de 2017, sendo que a partir de 2018, inclusivé, o prazo de envio decorrerá até ao final do mês de setembro a que respeitam as despesas, de acordo com a Portaria n.º 368/2017.

 

As faturas que titulem despesas de refeições escolares emitidas por aqueles fornecedores ficam registadas, no Portal das Finanças, no e-Fatura, com informação pendente, devendo o consumidor selecionar o setor educação.

 

Se as faturas forem de um emitente identificado como fornecedor de refeições escolares, mas não respeitarem a despesas de educação, as mesmas devem ser afetas ao setor da restauração.